Lanterna dianteira Chevrolet Monza - Iluminação para veículos

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CHEVROLET


Uma montadora de carros sustentável com tecnologia de ponta do começo ao fim

Quando falamos do setor automotivo, pensamos no potencial que o mercado de carros no Brasil vem demonstrando nas últimas décadas. A medida que a infraestrutura das grandes cidades se desenvolve, a exigência por meios de transporte mais eficientes cresce na mesma proporção. Com a Chevrolet este cenário não é diferente.

Pertencente ao grupo General Motors, a montadora de carros Chevrolet rapidamente ganhou status em terras nacionais pela qualidade dos componentes empregados em uma variada gama de carros da Chevrolet como uma das principais montadoras de carros no Brasil.

Para conseguir conquistar esse status, a Chevrolet do Brasil percorreu um longo caminho, baseado na constante necessidade de se reinventar diante dos seus concorrentes, cada vez mais engajados com temas como sustentabilidade, eficiência energética e, sobretudo, tecnologia.

Muito mais do que uma montadora de carros, a Chevrolet tem investido, ano após ano, em soluções que tornem a fabricação dos seus veículos mais eficiente em termos tecnológicos e sustentáveis.

Segurança, conforto e proteção são alguns destes elementos presentes nos veículos da linha Chevrolet, desenvolvidos por um corpo de profissionais altamente capacitados e treinados na fábrica Chevrolet.

A Chevrolet se destaca como uma montadora de carros presente no cotidiano de milhares de pessoas apaixonadas pelos automóveis modernos e tecnológicos.


MONZA


um veículo elegante e sofisticado que marcou o mercado automotivo brasileiro

A expectativa gerada em torno do lançamento de um veículo nem sempre satisfaz os compradores, seja por causa de características estéticas, seja por questões mecânicas. Contudo, algumas montadoras conseguem contornar esse tipo de dificuldade apresentando automóveis com o que há de melhor nestes dois aspectos, como foi no caso do Chevrolet Monza.

Lançado em 1982, esse automóvel da montadora Chevrolet chegou ao Brasil com uma proposta bastante clara e objetiva: se tornar um hatch moderno e de custo-benefício elevado. A meta foi alcançada e o veículo alcançou a liderança no mercado automotivo nacional, sendo o mais vendido do país por três anos consecutivos (1984-1986).

A primeira versão contava com design modesto, de linhas retas e faróis do tipo trapezoidais. O motor transversal completava o conjunto, aliado a tração dianteira, que mantinha a direção do carro mais confortável e segura no dia a dia.

Inicialmente, o Monza vinha de fábrica na versão mais básica, intitulada hatchback, com três portas ? uma de cada lado do veículo e a terceira no porta-malas. Havia a opção de escolher entre os acabamentos do modelo SL/E, como câmbio de quatro marchas e motor 1.6 funcionando a 73 cv. Apesar de básicos, os itens de série deixaram o público satisfeito, com exceção do motor 1.6, que, um ano mais tarde, passou para 1.8, além de um acréscimo de 13 cavalos de potência, atingindo 86 cv.

Em 1983, o Monza Sedan chegava ao mercado com câmbio de cinco marchas e carroceria de duas e quatro portas. Ar-condicionado, vidros e travas elétricas e direção hidráulica vinham no pacote desse automóvel Chevrolet, tornando-o um objeto de desejo de motoristas que buscavam por elegância, estilo e funcionalidade em um automóvel.

Mas foi em 1985 que o Monza carro recebeu algumas atualizações que o deixaram ainda mais atrativo sob o ponto de vista do conforto e desempenho. O para-choque, até então desprotegido, recebeu uma proteção de borracha, enquanto a grade de plástico ganhou novo desenho. Já do lado de dentro foram adicionados apoios confortáveis para a cabeça nos bancos, além de volante com quatro divisórias.

O que era bom ficou ainda melhor com a chegada do esportivo S/R, um hatch equipado com faróis de neblina, aerofólio, bancos anatômicos e motor potente de 1.8 com dois carburadores, resultando em 106 cv quando abastecido com álcool.

A versão Classic também mostrava grande potencial ao apresentar um conjunto completo: direção hidráulica, faróis de neblina, ar-condicionado, trio elétrico e motor de 99 cv.

Em 1987, o Monza ganhou mais equipamentos, como motor 2.0, ajuste de altura do volante e luz interna. A nomenclatura também recebeu pequenas mudanças.

No final dos anos 80, o Chevrolet Monza passou a ter algumas versões especiais. Um exemplo foi a série especial do Monza Classic 500 EF em homenagem à primeira vitória do piloto de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi nas 500 milhas de Indianápolis. Com este modelo, pela primeira vez, a montadora Chevrolet apresentava um veículo com injeção eletrônica.

Mas, toda essa história de conquistas e sucesso foi interrompida em 1996, quando o Monza carro começou a perder espaço para o recém-chegado Vectra, automóvel responsável por desbancar o clássico modelo da Chevrolet.

Assim, depois de 15 anos, o Monza encerrou seu o ciclo, porém até hoje permanece vivo no coração de quem teve o prazer de dirigi-lo.


LANTERNA DIANTEIRA


A importância para a iluminação automotiva

Todos os veículos, quando saem de fábrica, são projetados para oferecer ao motorista uma experiência que una conforto e segurança durante seus trajetos.

Para que isso seja possível, uma série de peças automotivas e componentes são instalados do lado de fora e também de dentro dos automóveis. A lanterna dianteira é um exemplo bastante ilustrativo de como a iluminação automotiva ganha protagonismo e importância no dia a dia.

Ela é usada para indicar a presença e a largura do veículo aos demais motoristas e pedestres ao estacionar ou manobrar o veículo geralmente em duas ocasiões: à noite, quando o carro estiver parado com o motor ligado para embarque e desembarque de passageiros, cargas ebagagens ou em situações de neblina também no período noturno. Assim, a lanterna dianteira deixa de ter uma função apenas estética para assumir importantes funcionalidades.

No entanto, como qualquer outro componente, a lanterna automotiva acaba perdendo sua eficiência com o passar do tempo, principalmente devido ao acúmulo de sujeira, poeira e detritos na lente. A boa notícia é que essa peça pode ser limpa facilmente com alguns produtos que vão permitir que o motorista possa enxergar seus trajetos com ainda mais clareza.

Tudo o que você vai precisar é uma mistura de água, produto para limpeza de vidro (detergente neutro ou limpa vidros), lixa para polimento, fita crepe e duas flanelas. Primeiramente, isole a região da lataria em torno das lanternas dianteiras com a fita para preservar a pintura. Limpe as duas lanternas com o pano para retirar a poeira.

Aproveite também para fazer o polimento do plástico com a lixa a fim de remover riscos e ranhuras. Agora, aplique o limpa-vidros ou detergente neutro na superfície das peças, aguarde alguns segundos e seque-as com uma flanela. Pronto, suas lanternas dianteiras estão limpas e brilhando como novas!


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